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Ícone da Carambo Studio

Estúdio independente de jogos

Jogos que deixam rastro.

Fazemos os nossos próprios jogos — dos que a pessoa lembra semanas depois de largar o controle. A ideia nasce aqui dentro e chega ao jogador com o nosso nome nela. Estamos no começo, e é aqui que o primeiro vai aparecer.

O estúdio

Um estúdio pequeno, começando pelo começo

A Carambo Studio é um estúdio brasileiro independente. Fazemos jogos autorais: a ideia nasce aqui dentro, é prototipada aqui dentro e chega ao jogador com o nosso nome nela.

Não pegamos projeto de terceiro. Não por acharmos que seja trabalho menor — é que agenda dividida atrasa jogo próprio, e o nosso ainda está no começo. Toda hora que temos vai para o que leva o nome do estúdio na capa.

Somos novos, e tratamos isso como informação, não como desculpa: nada de portfólio inflado ou data anunciada antes da hora. Quando houver jogo para mostrar, ele aparece aqui.

O nome vem da fruta. Corte uma carambola ao meio e aparece uma estrela — foi de onde saiu a marca, e é mais ou menos o que a gente busca em cada jogo.

Identidade antes de tendência

Um jogo genérico some no feed em uma semana. Partimos sempre da pergunta mais difícil: por que este jogo, e não outro qualquer?

Protótipo antes de promessa

Ideia boa no papel é barata. Antes de anunciar qualquer coisa, a mecânica precisa estar de pé e divertida com gente de verdade jogando.

Escopo honesto

Preferimos lançar um jogo pequeno e bem-acabado a anunciar um grande e arquivar. Escopo realista é o que separa um estúdio novo de um estúdio que durou dois anos.

O que criamos

O que faz um jogo ser um jogo da Carambo

Ainda não temos um lançamento para apontar. Mas já sabemos que tipo de jogo queremos fazer — e, principalmente, que tipo a gente não vai fazer.

Mundos com personalidade

Direção de arte autoral, do tipo que se reconhece numa única captura de tela. Se o jogo pudesse ser confundido com outro, ainda não está pronto.

Mecânica antes da moldura

O núcleo tem que ser divertido cru — sem arte final, sem trilha, sem história. Nenhuma dessas três salva um loop chato, e todas as três escondem um por um tempo.

Escopo que fecha

Jogos com começo, meio e fim, desenhados para serem terminados — e para caberem no tamanho real do estúdio. Nada de projeto eterno que nunca sai do acesso antecipado.

O jogo inteiro, de uma vez

Nada de mecânica desenhada para extrair tempo ou dinheiro de quem já comprou. Você paga uma vez e recebe o jogo completo — do jeito que a gente também gosta de comprar.

Como trabalhamos

Como um jogo nasce aqui dentro

Quatro etapas, e a mesma regra em todas: nada avança para a próxima sem que exista algo jogável na mão.

  1. 01

    Faísca

    Toda ideia entra no caderno e quase nenhuma sai dele. As que saem respondem a uma pergunta só: o que este jogo faz que nenhum outro faz?

  2. 02

    Protótipo

    Uma semana ou seis, sem arte final, só o núcleo jogável. É aqui que a maioria das ideias morre — e é exatamente para isso que esta etapa existe.

  3. 03

    Produção

    Só começa depois de o protótipo provar que é divertido. Arte, som, conteúdo e polimento em ciclos curtos, cada um terminando em algo jogável.

  4. 04

    Lançamento

    O jogo sai quando está pronto, não quando a data chegou. Depois disso, acompanhamos os primeiros meses de perto — é quando o jogador ensina o que faltou.

Ainda não há o que jogar. Já dá para conversar.

Publicadora, imprensa, criador de conteúdo, gente que quer fazer parte do time ou só curiosidade sobre o que estamos construindo — a caixa de entrada é a mesma. Projeto de terceiro é a única coisa que a gente não pega; fora isso, escreve.

Prefere ligar? (79) 99634-6313